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Rede Globo libera seus programas online de graça

Este título bem podia ser a manchete de vários portais de hoje (ei Globo, propaganda gratuita!), infelizmente não é. Só fiquei pensando nele porque vi uma mensagem do Luciano Huck no Twitter. Se você não clicou no link, então dê uma olhada logo abaixo:

Luciano Huck usa o Justin.tv

Pois é, o apresentador do programa Caldeirão do Huck usa um sistema que a Globo detesta, inclusive reclamando várias vezes com o próprio Justin.tv para que tirem o conteúdo do ar por conta dos direitos autorais.

Não que eu seja contra direitos autorais, muito pelo contrário, sou totalmente à favor da pessoa receber pelo seu trabalho. Mas a forma de receber pelo conteúdo é extremamente retrógrada na Globo. Vamos a três exemplos:

Exemplo 1:

Joãozinho assina a Globo.com, paga lá seus R$10,00 por mês para acessar todo o conteúdo disponível no portal da Globo. E ainda assim vê bastante propagandas dentro dele. A Globo fatura com a assinatura de Joãozinho e com os anúncios. Joãozinho, mesmo com as propagandas, consegue assistir quase todo o conteúdo da Globo na hora em que quer, via streaming.

Joãozinho – Medidor de alegria: 🙂 🙂 🙁 🙁 🙁

Porque? Ele paga para assistir algo com propagandas.

Rede Globo – Medidor de alegria: 🙂 🙂 🙂 🙂 🙂

Porque? Recebe de Joãozinho e do anunciante que pagou mais caro para selecionar o público.

Anunciante – Medidor de alegria: 🙂 🙂 🙂 🙂 🙁

Porque? Ele conseguiu atingir seu público alvo, mas o valor foi alto demais para uma audiência pequena.

Exemplo 2:

Zequinha acessa a Globo.com e tenta ver seus programas favoritos. Zequinha não consegue ver quase nada e fica pu** da vida. Pensando nisso, ele vai até o Google e digita: Como assistir a Globo de graça pela internet.

Zequinha é um rapaz esperto e logo nos primeiros resultados encontra um link que envia para um site com diversos canais da tv aberta e fechada disponíveis. Ele assiste aos programas como se estivesse na frente da tv, mas sem poder escolher o que quer ver, já que fica preso à programação da Globo. E ainda tem que ver propagandas aleatórias que nada tem a ver com o conteúdo.

Zequinha – Medidor de alegria: 🙂 🙂 🙂 🙂 🙁

Porque? Ele não paga para assistir o conteúdo, mas as propagandas irrelevantes incomodam.

Rede Globo – Medidor de alegria: 🙂 🙁 🙁 🙁 🙁

Porque? Recebe somente do anunciante e gasta com advogados pedindo para o Justin tirar o canal do ar.

Anunciante – Medidor de alegria: 🙂 🙂 🙁 🙁 🙁

Porque? Ele paga somente para a Rede Globo e tem seu anúncio veiculado em outros sites, no entanto concorre com diversos anuncios que ofuscam o seu.

Cliente feliz
Um cliente feliz é uma caixinha de surpresas

Exemplo 3:

Mariozinho, que mora nos Estados Unidos, quer assistir à CSI. Ele acessa o site da CBS (a emissora responsável por este programa), clica em Watch Now e escolhe: Assistir uma looonga (nem tão longa assim) propaganda antes do programa, ou assistir a pequenos intervalos comerciais.

A propaganda não incomoda tanto Mateusinho, já que ele está assistindo sua série favorita de graça e o anúncio foi uma vinheta bem bacana que ele acabou clicando para comprar o produto quando terminasse seu programa.

Mariozinho – Medidor de alegria: 🙂 🙂 🙂 🙂 🙂

Porque? Assistiu ao programa que queria, na hora que queria, e ainda se divertiu com o anúncio veiculado antes.

CBS (ou várias outras do exterior) – Medidor de alegria: 🙂 🙂 🙂 🙂 🙂

Porque? Fidelizou o telespectador e ainda ganhou muito bem do anunciante para exibir uma vinheta bem bolada e ainda recebeu comissão pela venda do produto.

Anunciante – Medidor de alegria: 🙂 🙂 🙂 🙂 🙂

Porque? Atingiu seu público alvo, gastou menos que gastaria se anunciasse direto na Tv e pode fazer a venda na hora.

Qual meu ponto com toda essa explicação?

Bem, simplificando bastante: se até o apresentador do um programa recorre à um outro site para assisti-lo, e ainda faz propaganda do mesmo para mais de 370mil pessoas (número aproximado de seguidores no Twitter dele nesta data), seu método de disponibilizar conteúdo online está bem errado.

Não que eu seja especialista no assunto, no fim das contas, só queria poder assistir à alguns episódios de “A Grande Família” sem ter que ficar acordado até meia-noite.

Desafio LG – Muita palhaçada já rolou

Estou acompanhando o Desafio LG desde o começo e rindo bastante das provas em que colocaram o Ian Black, o Nick Ellis dentre outros. Como estou achando que a competição está empatada entre os dois, resolvi fazer um post falando sobre a ultima missão dos dois neste desafio.

Mas não sem antes comentar as duas imagens da missão anterior, “A melhor transparent screen“. Seguindo a ordem alfabética, para não parecer parcial (como se alguém ligasse pra isso), primeiro a do Ian:

Ian Black tem Peitinhos

Olha o nível de insensatez que o sujeito chegou para ganhar um notebook! Ri demais.

Agora temos a do Nick, bem mais comportada e feita especialmente para amolecer corações:

Theo_Ellis.jpg

É o Theo, filho dele, com seu macaquinho de pelúcia. Apesar de ter achado a do Ian bem mais engraçada, acho que a do Nick deve ter rendido bem mais votos. Ninguém resiste a uma foto de criança.

Agora na última prova eles tiveram que dublar uma música e claro a do Ian foi a mais hilária de todas, What a Feeling tema do filme Flashdance:

Um pouco medonho, mas engraçado. Já o Nick encarou uma versão acústica de Unbreak My Heart da Tony Braxton:

Cheio de estilo, né?

Bem, como já disse estou gostando muito da “campanha” dos dois, então vou mudar um pouquinho o texto obrigatório e manter meu apoio assim 🙂

Estou ajudando o Ian Black e o Nick Ellis para um deles ganhar o Desafio LG, e por isso estou divulgando seu vídeos. Quem mais quiser ajudar, só precisa publicar os vídeos e linkar para o blog deles e para o site do desafio que eles ganham 2 pontos por cada trackback 🙂

Bem, espero que meu voto conte para os dois. Um abraço e que vença o melhor qualquer um 😛

Home do UOL Agora sem Pop-Up (Finalmente)

Home do UOL Sem Pop Ups

A muitos anos que me incomodo profundamente cada vez que entro no UOL e o navegador avisa que um pop-up foi bloqueado. Poxa, o maior portal em língua portuguesa do mundo não podia insistir tanto tempo assim em uma mídia tão velha. Mas a verdade é que insistiram e, aparentemente com motivo :

“O formato sobreviveu, pois o número de usuários que interagem com os pop-ups do UOL é muito maior do que a quantidade dos que reclamam. E os resultados para os anunciantes sempre foram excelentes”, explica Paiano.

Pois é, mas finalmente mais de 60% dos visitantes do UOL estão usando anti pop-up e por isso decidiram acabar de vez com esse formato e investir somente nos banners em dhtml (aqueles que aparecem por cima do conteúdo e fecham depois de um tempo).

Parabéns UOL, agora que tem os banners em DHTML NUNCA tocarem música nem vídeo sem o usuário clicar neles? Ou eles SEMPRE terem um botão de fechar visível? Somente minha singela opinião.

UOL abandona pop-up a partir de janeiro [UOL]